No alto da minha Van inexistência continuo a admirar o ser farturense, continuo em minha sobriedade alcoólica buscando respostas de muitas questões ainda que muitas delas tem como padrão o meu ser ou o seu ser.
As vezes me proponho a ser um mero ouvinte, hoje eu escuto as pessoas falarem sobre o futuro político de minha Pérola do Vale. Não gosto de pensar em Van, mas isso não me sai da cabeça, pois ainda nem entramos em 2012 e já vejo as forças políticas se movendo como Icebergs, que tem apenas sua ponta exposta enquanto o perigo continua escondido.
Bom não sou aquele homem de terno com a caneta na mão, mas se fosse pensaria rapidamente e como descendente nipônico agiria como Samurai e com um golpe seco cometeria um haraquiri, pois as tantas que anda não terá concerto mais pra frente. Pois como diria o poeta "Não vos preocupais com as coisas Vans."
Hoje vejo como funciona algumas coisas, me lembro ainda do imponente tucano em seus tempos áureos com sua imponência, porem agora o que sobrou um pássaro desaninhado, sem penas e sem sucessor. Porém com uma fagulha capaz de por fogo em um palheiro. Mas como diz o ditado popular "A felicidade não está nas coisas Vans da vida".
Por outro lado me preocupo de maneira intensiva, pois ele insiste em voltar, chamados por alguns de amigo, por outros de gente boa ou até mesmo professor de política se assemelhando até mesmo ao senhor deputado Maluf, trazendo consigo a horda de secretários tudo isso com tapinhas nas costas. Mas como diz o livro "Não será tentado por promessas Vans".
Mas minhas esperanças crescem, quando me lembro do pequeno Napoleão Republicano que antes esbraveja no microfone em uma tentativa ferrenha em abrir os olhos da população, antes dito como pequeno/grande gladiador agora amante da paz dizer que a solução é a mudança, não somente dos mandatários da vida pública, mas também de seus escudeiros. Me lembrei de outro dito "Existem mais coisas entre o céu e a terra do que mostra a nossa Van filosofia".
Pois é termino por aqui, não tenho como dizer muito, mas continuo abraçado com meu fiel amigo o banco de praça, que apesar dos pesares é o único que me acalenta em todos os momentos. As vezes me falta histórias para contar mas sobra senso crítico para pedir a mudança. A só para lembrar eu sei que Vã se escreve assim, mas não poderia de deixar de homenagear a Máfia das Vans da Saúde.