segunda-feira, 3 de outubro de 2011

OU MUDA, OU CONTINUA, OU VOLTA, OU EU VOU DE VAN

No alto da minha Van inexistência continuo a admirar o ser farturense, continuo em minha sobriedade alcoólica buscando respostas de muitas questões ainda que muitas delas tem como padrão o meu ser ou o seu ser.
As vezes me proponho a ser um mero ouvinte, hoje eu escuto as pessoas falarem sobre o futuro político de minha Pérola do Vale. Não gosto de pensar em Van, mas isso não me sai da cabeça, pois ainda nem entramos em 2012 e já vejo as forças políticas se movendo como Icebergs, que tem apenas sua ponta exposta enquanto o perigo continua escondido.
Bom não sou aquele homem de terno com a caneta na mão, mas se fosse pensaria rapidamente e como descendente nipônico agiria como Samurai e com um golpe seco cometeria um haraquiri, pois as tantas que anda não terá concerto mais pra frente. Pois como diria o poeta "Não vos preocupais com as coisas Vans."
Hoje vejo como funciona algumas coisas, me lembro ainda do imponente tucano em seus tempos áureos com sua imponência, porem agora o que sobrou um pássaro desaninhado, sem penas e sem sucessor. Porém com uma fagulha capaz de por fogo em um palheiro. Mas como diz o ditado popular "A felicidade não está nas coisas Vans da vida".
Por outro lado me preocupo de maneira intensiva, pois ele insiste em voltar, chamados por alguns de amigo, por outros de gente boa ou até mesmo professor de política se assemelhando até mesmo ao senhor deputado Maluf, trazendo consigo a horda de secretários tudo isso com tapinhas nas costas. Mas como diz o livro "Não será tentado por promessas Vans".
Mas minhas esperanças crescem, quando me lembro do pequeno Napoleão Republicano que antes esbraveja no microfone em uma tentativa ferrenha em abrir os olhos da população, antes dito como pequeno/grande gladiador agora amante da paz dizer que a solução é a mudança, não somente dos mandatários da vida pública, mas também de seus escudeiros. Me lembrei de outro dito "Existem mais coisas entre o céu e a terra do que mostra a nossa Van filosofia".
Pois é termino por aqui, não tenho como dizer muito, mas continuo abraçado com meu fiel amigo o banco de praça, que apesar dos pesares é o único que me acalenta em todos os momentos. As vezes me falta histórias para contar mas sobra senso crítico para pedir a mudança. A só para lembrar eu sei que Vã se escreve assim, mas não poderia de deixar de homenagear a Máfia das Vans da Saúde.

SER HUMANO OU SER KADAFF?

Eu continuo a me perguntar o que leva o ser humano há ser humano. São coisas que somente o alto da minha sobriedade alcoólica consegue responder, continuo sentado no mesmo banco de praça com a mesma identidade e continua a passagem dos transeuntes em frente aos bancos.
Quando me lembrei que não sou um Zé da Barranca, nem mesmo um professor que escreve uma coluna para um jornal, me toquei que sou apenas mais um entre muitos tentando fazer a diferença. Mas os anos já cobram do meu corpo, me sinto debilitado, talvez tudo seria diferente se eu fosse rico ou se tivesse posse, ou se até mesmo tivesse herança, nome ou um pistolão para me promover a alguém, porém impossível de ser feito, pois Fartura é como a Líbia. Exagerado o Vagabundo de Praça! Não com certeza não sou, porque se você pensar tudo corre para o mesmo caminho.
Imagine comigo o Kadaff ficou muitos e muitos anos no poder, sei lá quanto tempo, acho que foram 32 anos. Em Fartura a história ameaça se repetir com o pequeno Democrata (Demo) de estatura menor que um alfinete e tão pequenino em respeito, o qual já foi mandatário da vida pública farturense por oito anos e mais quatro de tabela, totalizando 12 anos de comando sem rédeas de um cavalo desenfreado.
Como bom ouvinte ouço os locais dizerem “queremos mudanças”, me sinto em uma nova “Diretas Já” ou até mesmo nas lindas cenas do impeachment do ex-presidente Collor, fico sabendo a todo momento de novos candidatos que florescem na expectativa de mudar o ato da discórdia política nesse teatro sem diretor. Todos eles dividem o mesmo objetivo, não deixar o pequeno demo voltar ao poder ou cometer os mesmos erros já cometidos outrora quando colocou o descendente nipônico em seu lugar.
Pois eu continuo a torcer, quem sabe a Cei sai ou não sai de vez do papel. Enquanto isso não acontece, continuo abraçado ao meu fiel amigo banco de praça, único que me compreende e sabe de minhas angústias. A existência do Ser Humano se divide em duas etapas a (A VIDA) e (A MORTE).